Nas notícias, jornais, rádio e televisão destacam todos os dias a erupção de um vulcão na Islândia que tem afectado a vida de todo o continente europeu e não só.
Sempre atentos ao que os rodeia, os meninos da Sala 2 quiseram saber mais sobre os vulcões e procuraram, mais uma vez, na nossa Biblioteca o máximo de informações sobre o tema.
Eles aqui nos deixam todo o percurso de descoberta e mostram-nos o que aprenderam.
sexta-feira, 28 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Formiga, Formiguinha
Os meninos da Sala 2 já chegaram a umas importantes conclusões sobre as formiguinhas que aqui vêm partilhar connosco. Eles pedem para que liguem o som.
Parabéns! Aprendemos imenso convosco.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
O que é a LIBERDADE?
Na EB1/JI de Sabugo e Vale de Lobos, o 25 de Abril foi vivido com muitas reflexões sobre o conceito de LIBERDADE em todas as turmas.
Deixamos aqui algumas imagens do produto final deste excelente trabalho.
Deixamos aqui algumas imagens do produto final deste excelente trabalho.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Formiga, formiguinha...
Os meninos da Sala 2 do JI de Sabugo e Vale de Lobos receberam na sua sala umas visitas inesperadas. Pois é: as formigas resolveram aparecer durante as férias e agora os meninos estão curiosos sobre este animal tão pequenino. Resolveram investigar e vieram até à Biblioteca com a Educadora Lavínia. Aqui ficam alguns registos desta experiência sensacional.Ficamos a aguardar que nos mostrem as suas conclusões.
domingo, 11 de abril de 2010
"E depois do Adeus" foi o início

Os meios de comunicação foram fundamentais naquela madrugada de Abril. A mobilização nacional dos militares, o secretismo e a coordenação das operações era fundamental para o sucesso da Revolução. Que melhor forma de comunicar que através da linguagem mais universal de todas: a música?
Assim, o rádio foi a forma de comunicação eleita pelos capitães, especialmente Otelo Saraiva de Carvalho que, a partir do Quartel da Pontinha, coordenou as operações.
O 1º sinal: a voz de João Paulo Dinis anunciou aos microfones dos Emissores Associados de Lisboa (Rádio Clube Português): “Faltam cinco minutos para as vinte e três horas. Convosco Paulo de Carvalho com o Eurofestival 74 “E depois do Adeus”. Era o início das operações militares a desencadear pelo MFA.
Uma gaivota voava, voava
Ontem apenas
Fomos a voz sufocada
de um povo a dizer não quero,

fomos os bobos do rei
mastigando o desespero.
Ontem apenas
fomos um povo a chorar
na sarjeta dos que à força
ultrajaram e venderam
esta terra hoje nossa,
esta terra hoje nossa.
Uma gaivota voava, voava,asas de vento, coração de mar. ,
Uma gaivota voava, voava,
Asas de vento, coração de mar.
Como ela somos livres.
somos livres de voar.
Como ela somos livres
somos livres de voar.
Uma papoila crescia, crescia.
grito vermelho num campo qualquer.
Uma papoila crescia, crescia,
Grito vermelho num campo qualquer
Como ela somos livres,
somos livres de crescer.
Como ela somos livres,
somos livres de crescer.

Uma criança dizia, dizia,
Quando for grande não vou combater.
Uma criança dizia, dizia,
Quando for grande não vou combater.
Como ela somos livres,
somos livres de dizer.
Como ela somos livres,
somos livres de dizer.
Somos um povo que cerra fileiras,
Parte à conquista do pão e da paz.
Somos um povo que cerra fileiras,
Parte à conquista do pão e da paz.
Somos livres, somos livres,
não voltaremos a atrás.
Somos livres, somos livres,
não voltaremos a atrás.
(Ermelinda Duarte)
Zeca Afonso - Um cantor de Abril

José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos nasceu a 2 de Agosto de 1929, em Aveiro, filho de José Nepomuceno Afonso, juiz, e de Maria das Dores.
Frequentou o curso de Ciências Histórico-Filosóficas da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Fez parte do Orfeão da Faculdade e desde cedo compôs e cantou canções de intervenção sobre o Regime Político Português.
Deu explicações para fazer face às dificuldades económicas com que viveu; foi professor, mas acabou expulso do ensino por motivos de saúde (esteve internado na Casa de Saúde de Belas). Canções como «Venham Mais Cinco», «Menina dos Olhos Tristes», «A Morte Saiu à Rua» e «Gastão Era Perfeito» falavam da guerra, das torturas, da censura, da tristeza em que o povo vivia e são apenas algumas das muitas que escreveu.
Entre elas "Grândola, Vila Morena"proibida pela censura, foi escolhida para senha da Revolução, tendo passado na Rádio Renascença à meia-noite e vinte minutos.
José Afonso morreu no dia 23 de Fevereiro de 1987, no Hospital de Setúbal, vítima de esclerose lateral amiotrófica.
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